PLANEJA MUDAR DE EMPREGO EM 2026? CONFIRA O GUIA PARA NÃO ERRAR NA TRANSIÇÃO

São Paulo, 5 de janeiro de 2026 – O início de 2026 encontra um mercado de trabalho mais aquecido e profissionais mais confiantes para repensar seus próximos passos de carreira. Uma pesquisa da Robert Half, divulgada nesta segunda-feira (5), aponta que 61% dos profissionais planejam procurar um novo emprego ao longo de 2026, impulsionados pela queda do desemprego e por melhores perspectivas de movimentação no mercado. Entre os profissionais que pretendem mudar de empresa, mas permanecer na mesma área, os principais motivadores são melhores oportunidades de crescimento (45%), maior remuneração (42%), novos desafios (31%), possibilidade de trabalho remoto ou híbrido (31%) e pacote de benefícios mais atrativo (29%). Já entre aqueles dispostos a mudar de profissão, o fator financeiro ganha ainda mais peso, com destaque para busca por maior remuneração (63%), mais qualidade de vida (39%), realização pessoal (29%), aprendizado de algo novo (27%) e maior flexibilidade (24%).  Para Natalia Assarito, sócia e cofundadora da Elara Partners, o movimento é consistente, mas exige mais estratégia do que impulso. “2026 não é um ano para trocar de emprego por ansiedade. O mercado está mais aberto, mas também mais criterioso. Quem se movimenta melhor é quem sabe explicar com clareza o porquê da mudança e o que entrega de valor”, afirma.  Como se posicionar melhor no LinkedIn e nos processos seletivos Segundo Natalia, um dos principais desafios dos candidatos é superar filtros automatizados sem perder autenticidade. “Não se trata de ‘enganar algoritmos’, mas de estruturar o perfil de forma estratégica. Títulos objetivos, palavras-chave alinhadas à função e descrições claras de impacto real fazem diferença. Perfis genéricos tendem a desaparecer nos filtros iniciais”, explica.  Na etapa de entrevistas, a recomendação é abandonar discursos ensaiados. “O que mais pesa hoje é a coerência. Bons candidatos sabem falar sobre resultados concretos, decisões difíceis que tomaram, aprendizados e limites. Narrativas vagas ou excessivamente promocionais costumam gerar desconfiança”, diz.  O que fazer: Ter clareza sobre o motivo da mudança e o próximo passo desejado Ajustar o LinkedIn para refletir resultados, não apenas cargos Preparar argumentos objetivos sobre impacto, entregas e aprendizados Avaliar se a oportunidade faz sentido para a empresa e para a própria trajetória   O que evitar: Candidatar-se a vagas sem aderência real ao perfil Criticar empregadores anteriores durante entrevistas Basear a decisão apenas em salário ou status Adotar discursos genéricos ou inconsistentes sobre carreira   “Uma boa contratação precisa funcionar para os dois lados. Para a empresa, como decisão estratégica de negócio. Para o profissional, como um movimento coerente de carreira. É assim que se constroem relações duradouras”, conclui Natalia.

Planeja mudar de emprego em 2026? Confira o guia para não errar na transição

O ano de 2026 começa com o mercado de trabalho aquecido e o trabalhador mais confiante. Segundo dados da Robert Half divulgados na última segunda-feira (5), seis em cada dez profissionais (61%) planejam buscar uma nova oportunidade ao longo do ano. O otimismo é impulsionado pela queda do desemprego e pela busca por melhores condições, mas especialistas advertem: para o movimento ser bem-sucedido, é preciso trocar o impulso pela estratégia. Para quem quer continuar na mesma área, o motor da troca é o crescimento profissional (45%) e o aumento salarial (42%). Já para quem planeja uma transição de carreira (mudar de profissão), o peso do bolso é ainda maior: 63% buscam remuneração mais alta, seguidos por 39% que priorizam qualidade de vida.   “2026 não é um ano para trocar de emprego por ansiedade”, alerta Natalia Assarito, sócia da Elara Partners. Segundo ela, o mercado está mais criterioso. “Quem se movimenta melhor é quem sabe explicar com clareza o porquê da mudança e o que entrega de valor”. Como ser visto: LinkedIn e entrevistas Para se destacar nos processos seletivos, que estão cada vez mais automatizados, o candidato precisa ser estratégico. Então, esqueça perfis genéricos. Use títulos objetivos e palavras-chave alinhadas à função desejada. Foque em resultados reais e impactos que você gerou, e não apenas em uma lista de cargos. Os especialistas também orientam a fugir de discursos decorados. “O que mais pesa hoje é a coerência. Narrativas vagas geram desconfiança”, pontua Natalia. Saiba falar sobre decisões difíceis e aprendizados reais. O candidato também precisa estar atento ao fato de que as empresas usam sistemas que rastreiam candidatos por competências específicas. Manter o currículo atualizado com as hard e soft skills do momento é essencial. “A recolocação não é apenas uma corrida por vagas, mas um período de reconstrução”, conclui Kauã Leandro, do Trabalha Brasil. Quem planeja o movimento com equilíbrio tende a voltar ao mercado muito mais forte. Sem arrependimentos Nem sempre a grama do vizinho é tão verde quanto parece. Uma pesquisa da Gallup mostra que 24% das pessoas se arrependem após a troca de emprego. Para Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S, o erro geralmente ocorre por um desalinhamento de expectativas. Para Santos, a chave está em tratar o arrependimento como um sinal de alerta e não como um fracasso. “Cada mudança, mesmo que frustrante, traz informações importantes sobre nós mesmos e sobre o mercado. A questão é saber transformar essa experiência em combustível para decisões mais acertadas no futuro”, conclui. Se você mudou e bateu o desânimo, siga estes passos: Analise a causa: O problema é a cultura da empresa ou apenas o cansaço da adaptação? Dialogue: Antes de pedir demissão, converse com sua nova liderança sobre os pontos de insatisfação. Dê tempo ao tempo: Cargos complexos exigem meses de adaptação. Não confunda desconforto inicial com escolha errada. Portas abertas: Se a insatisfação persistir, avaliar um retorno à antiga empresa não é retrocesso, mas estratégia — desde que a saída tenha sido amigável. Check-list da Carreira 2026 VAI FUNDO: Tenha clareza sobre o próximo passo (onde você quer chegar?). Invista em networking: muitas vagas na Bahia e no Brasil ainda surgem por indicação. Cuide da saúde emocional: processos de recolocação podem ser desgastantes. SAIA FORA: Não se candidate a toda e qualquer vaga (perda de tempo e energia). Nunca critique empregadores anteriores em entrevistas. A matéria completa está disponível no site original. Acesse pelo link. https://www.correio24horas.com.br/economia/empregos/planeja-mudar-de-emprego-em-2026-confira-o-guia-para-nao-errar-na-transicao-0126

Quer mudar de emprego em 2026? Headhunter dá dicas para candidatos

O início de 2026 encontra um mercado de trabalho mais aquecido e profissionais mais confiantes para repensar seus próximos passos de carreira. Uma pesquisa da Robert Half, divulgada neste início de ano, aponta que 61% dos profissionais planejam procurar um novo emprego ao longo de 2026, impulsionados pela queda do desemprego e por melhores perspectivas de movimentação no mercado. Entre os profissionais que pretendem mudar de empresa, mas permanecer na mesma área, os principais motivadores são melhores oportunidades de crescimento (45%), maior remuneração (42%), novos desafios (31%), possibilidade de trabalho remoto ou híbrido (31%) e pacote de benefícios mais atrativo (29%). Já entre aqueles dispostos a mudar de profissão, o fator financeiro ganha ainda mais peso, com destaque para busca por maior remuneração (63%), mais qualidade de vida (39%), realização pessoal (29%), aprendizado de algo novo (27%) e maior flexibilidade (24%). Para Natalia Assarito, sócia e cofundadora da Elara Partners, o movimento é consistente, mas exige mais estratégia do que impulso. “2026 não é um ano para trocar de emprego por ansiedade. O mercado está mais aberto, mas também mais criterioso. Quem se movimenta melhor é quem sabe explicar com clareza o porquê da mudança e o que entrega de valor”, afirma. Como se posicionar melhor no LinkedIn e nos processos seletivos Segundo Natalia, um dos principais desafios dos candidatos é superar filtros automatizados sem perder autenticidade. “Não se trata de ‘enganar algoritmos’, mas de estruturar o perfil de forma estratégica. Títulos objetivos, palavras-chave alinhadas à função e descrições claras de impacto real fazem diferença. Perfis genéricos tendem a desaparecer nos filtros iniciais”, explica. Na etapa de entrevistas, a recomendação é abandonar discursos ensaiados. “O que mais pesa hoje é a coerência. Bons candidatos sabem falar sobre resultados concretos, decisões difíceis que tomaram, aprendizados e limites. Narrativas vagas ou excessivamente promocionais costumam gerar desconfiança”, diz. O que fazer: O que evitar: A matéria completa está disponível no site original. Acesse pelo link. https://www.terra.com.br/economia/financas-pessoais/quer-mudar-de-emprego-em-2026-headhunter-da-dicas-para-candidatos,1f4b7a4f61b1c0fce3c18223f7b4a90bccv05n6b.html

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